Casa de Saúde da Floresta Mãe Janaína

Espaço de saúde estabelecido há 2 anos (2023) pelo instituto, que realiza ações educativas e atendimentos com terapias integrativas e complementares gratuitos para toda a população. Semanalmente são ministradas práticas de Yoga, onde as pessoas têm a possibilidade de trabalhar sua saúde física e mental de forma integral.

 

Também semanalmente existe o encontro do Grupo de Saúde da Coluna Vertebral, onde se realizam práticas de saúde osteomuscular integrativa, para pessoas com distúrbios dolorosos provenientes de doenças da coluna vertebral. Ainda de grande importância tem-se a realização esporádica de práticas de massoterapia e sound healing (prática de promoção de saúde mental e física através da música).

 

O local também abriga a biblioteca Xinãyá, que oferece conteúdo relevante para conscientizar a população. O acervo abrange temas como saúde, espiritualidade, botânica, ecologia, história, povos indígenas, sociologia, poesia e artes visuais. Os livros são locados gratuitamente pela população, mediante cadastro. Com as fortes enchentes de 2024 no município, 40% do conteúdo da biblioteca foi perdido, porém aos poucos o acervo está sendo restituído a partir de doações.

Entrada da casa de saúde Mãe Janaína, com belas flores como rosas brancas, hibisco vermelho e pinhão roxo.

 

 

2 fotos acima: sala de atendimentos integrativos e biblioteca Xinãyá – livros não muito bem visualizados na imagem mas o acervo atual conta com aproximadamente 200 unidades.

Nas duas fotos acima, sala de yoga e fisioterapia, com pacientes realizando sessão de fisioterapia para coluna vertebral.

Grupo de capoeira Bari Nawe

A Casa de Saúde Mãe Janaína é a sede onde ocorrem os treinamentos dos professores e juntamente com o espaço Centro Cultural Indígena do Jordão, é o local onde ocorrem as aulas do grupo de capoeira Bari Nawe.
O grupo ministra aulas de capoeiras para adultos e crianças 4 dias por semana desde Setembro de 2024, integrando capoeira angola e regional, com foco na cultura de paz e valorização dos saberes ancestrais afro brasileiros e indígenas, ensinando sobre música, educação, respeito, resistência cultural, colonialismo, através de aulas de musicalidade, treinos físicos, discussões teóricas sobre a situação socio cultural da capoeira e da juventude jordanense, além de vivências de lazer como cinema, piqueniques e rodas na praia.
O instituto adquiriu instrumentos como berimbaus, atabaque, agogôs, pandeiros e instrumentos para treinos físicos como pesos, elásticos, tatame, entre outros.
As aulas são ministradas pelos professores Cesar Carvalho, Eleandro Kaxinawá – Xinkun Huni Kui e Cleison Deltron.

O grupo já recebeu apoio no início de sua formação, do mestre Caboquinho do grupo Acre Brasil Capoeira.

São mais de 15 alunos que participam das aulas e encontros, que ocorrem gratuitamente e sem nenhuma remuneração dos professores até o momento, ministradas apenas pelo amor à capoeira e pelas crianças.

Rolar para cima